Homossexualismo:
Questão de Discriminação ou problema de saúde?

 

Feromônios

Há aqueles que, diante do fenômeno do homossexualismo posicionam-se acriticamente a seu favor, até por receio das pessoas colocadas em posições poderosas na sociedade mundial dadas (literal e metaforicamente) a este tipo de prática.

Eventos pelo mundo afora se sobrepõem uns aos outros em defesa da “livre determinação da sexualidade” e coisas assim, do ponto de vista político mesmo. Se os trabalhadores do mundo fossem capazes de organizar-se tão bem e poderosamente como o chamado “movimento GLS – de Gays, Lésbicas e Simpatizantes” o faz, talvez o mundo hoje fosse um lugar muito melhor de se viver.

Pessoalmente prefiro uma abordagem científica, crítica, deste fenômeno, de resto tão real quanto a Dengue ou a Febre Amarela. Passo num instante, com autorização da família, a um artigo de José Reis (grande divulgador científico falecido ano passado aos 94 anos) publicado originalmente na Folha de S. Paulo no dia 7 de janeiro de 1989.


“Suor do homem influi na saúde feminina”
José Reis

Já tratamos aqui de experimentos e observações que sugerem a possibilidade da existência de feromônios na espécie humana. Vamos agora apresentar novos dados a esse respeito, obtidos por pesquisadores do Monell Chemical Senses Center e da Faculdade de Medicina da Pensilvânia. Esses dados apareceram em dois relatórios e seus principais autores são Winnifred Cutler e George Preti.

Feromônios são substâncias produzidas por certos animais, como insetos e alguns mamíferos, capazes de influir no comportamento de outros indivíduos da mesma espécie. São meios sutis de comunicação.

Naquele artigo referimos, entre outras coisas, que mulheres que vivem ou trabalham juntas manifestam tendência para sincronizar seus ciclos menstruais. Foi esta, aliás, uma das primeiras indicações da existência de feromônios na espécie humana. Os dois pesquisadores citados confirmaram esse fenômeno e revelaram que os odores corporais, inclusive os axilares, afetam realmente os ciclos menstruais.

Foram mais longe aqueles pesquisadores e afirmaram que os odores masculinos são capazes de manter a saúde feminina, especialmente no que diz respeito ao sistema reprodutor. Eles descobriram que as mulheres que têm relações sexuais com homens pelo menos uma vez por semana, mostram maior probabilidade de ter ciclos menstruais normais, menor probabilidade de ter problemas de infertilidade e menopausa mais branda que as que se conservam celibatárias ou têm relações raras ou esporádicas.

Enfim, parece que o odor masculino, ou a presença do homem, é muito importante para a manutenção da saúde da mulher. Entende mesmo a médica Cutler que o uso de cosméticos à base de essência de odores masculinos poderá alterar, e muito, o bem-estar das mulheres. Já existem, aliás, pedidos de patentes para produtos desse gênero. O problema é que ainda não se isolaram ou identificaram os 200 e tantos componentes dos odores masculinos e femininos.

Em uma das muitas experiências realizadas, Cutler e colaboradores (Preti cuida da parte química) colheram secreções axilares de sete homens e mulheres para examinar os efeitos dos possíveis feromônios. Os voluntários usaram almofadas nas axilas por 18 a 27 horas semanais durante 3 meses. A “essência masculina” foi misturada com álcool e aplicada no lábio superior de seis mulheres com ciclos menstruais anômalos e sem relação com homem algum no momento. Os ciclos dessas mulheres ajustaram-se todos a 29,5 dias. O mesmo não aconteceu com o grupo de controle, ou seja, mulheres que tinham ciclos irregulares e sofreram aplicações, no lábio, de apenas álcool (sem “essência”).

Em experiência semelhante feita com essência feminina aplicada a dez mulheres notou-se impressionante sincronização de seus ciclos menstruais, o que não se observou no grupo de controle.

Os efeitos da aplicação da essência axilar, dizem os pesquisadores, são semelhantes aos das relações sexuais regulares, porém naturalmente mais fracos. Estudos anteriores de Cutler sobre o efeito das relações sexuais na saúde feminina haviam revelado que a presença do homem é necessária, porém não é necessária a presença do coito. A regularidade sexual minora os efeitos da menopausa e da infertilidade, regularizando os ciclos menstruais.

Entende hoje a médica Cutler, depois das novas experiências que confirmam as mais antigas, que a exposição a feromônio é a “essência do sexo”. Se assim é, que dizer e tantos cosméticos, loções e coisas semelhantes que se usam para embelezar a mulher e supostamente torná-la mais atraente? Não estarão elas impedindo, ou dificultando, a recepção dos feromônios sexuais masculinos? Estaremos criando, com essas coisas, um tipo artificial de atração sexual? Que nos dirá o futuro, quando estiverem no mercado os cremes e loções feitos com essência de axila masculina ou feminina?

Resta agora empreender estudos semelhantes sobre os efeitos dos feromônios, axilares e outros, femininos sobre a saúde sexual e geral do homem.


Concluindo

Como se percebe, homologando o que dizia a respeito Wilhelm Reich, Deus Arquitetou “macho e fêmea” de tal maneira que há, mesmo cientificamente falando, uma tal interdependência entre os seres que, em algumas espécies – sobre as quais fala ainda José Reis no outro artigo a que faz referência (infelizmente, não consegui encontrar) é mesmo questão de vida ou morte.

Como assim? Bem, recordo-me daquele antigo artigo e tento resenhá-lo:

Num ambiente adequado em termos de ventilação, temperatura, proteção, respiração e alimentação colocou-se o macho de uma espécie de artrópode. Este sobreviveu cerca de 36 horas. Tempos depois criou-se um outro ambiente similar, no qual foi colocada a fêmea da mesma espécie. Esta sobreviveu um pouco mais: cerca de 70 horas, quase o dobro! Mas, sem a presença do macho, morreu. Tentou-se o mesmo com dois de mesmo sexo e o resultado foi precisamente o mesmo. Dois machos sobreviviam meras 36 horas, pouco mais ou menos. Duas fêmeas, cerca de 70 horas, pouco mais ou menos. Colocado um casal, macho e fêmea, repita-se, da mesma espécie de artrópode em uma caixinha com ótimas condições de ventilação, temperatura, proteção, respiração e alimentação e o resultado foi o de procriação, sobrevivência aparentemente ilimitada, naquelas condições, da espécie em questão. Conclusão? O macho da espécie produz uma substância sem a qual a fêmea vem a óbito e vice-versa. Isso, repita-se ainda uma vez, entre determinada espécie de artrópode (um tipo de “baratinha”). A esta substância passaram os biólogos a chamar de “feromônio”.

O movimento GLS (e mesmo o Clero, por motivos que me escapam) repudia qualquer referência à existência desta substância, claro, cientificamente comprovada em artrópodes e, mais recentemente, na espécie humana. Note-se que, na espécie humana, não chega a levar a óbito, mas traz, já nos dizia Wilhelm Reich, gravíssimas conseqüências ao psiquismo, abalos gravíssimos à saúde. Aqueles estudos Reichianos sobre a sexualidade humana – também repudiados pelos movimentos GLS e pelo Clero pelo mundo afora – comprovavam o que nosso saudoso Amigo José Reis reproduz neste magnífico artigo aqui reproduzido: a “falta” do feromônio do sexo oposto conduz seres humanos às mais exorbitantes e desagradáveis conseqüências, que vão de insegurança e tremores a fofocas e vigilância constante da vida e do comportamento alheio ao ódio cruel ao Vivo e capaz de produzir e reproduzir Vida, como acontecia em toda a homossexual alta-cúpula nazista alemã...

Por enquanto, graças a Deus, não se vêem Cancerosos, Epilépticos, Hansenianos, Cardíacos ou “simpatizantes” fazendo passeata em prol de sua “livre determinação de seguirem Cancerosos, Epilépticos, Hansenianos e Cardíacos”; antes, buscam a cura. Em outras dimensões humanas, dada a realidade absolutamente irracional em que nos encontramos, creio que levará ainda alguns séculos para chegarmos lá...

Triste mesmo é sabermos e sentirmos fisicamente a dureza desta radical e intrínseca interdependência e se ter de prescindir dela, não por “opção”, mas por vivermos num mundo voltado a direções em tudo e por tudo absurdamente irracionais...

 

Lázaro Curvêlo Chaves - 23/11/2003






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