Insegurança, terrorismo
e lágrimas de crocodilo


Grupo Terrorista ataca brasileiros pela 8ª vez consecutiva!

 

O grupo terrorista chamado COPOM, em mais uma de suas reuniões contra a esperança, a liberdade e a felicidade dos brasileiros, decidiu que a economia continua aquecida, que estamos gastando muito dinheiro, isso traz ameaça de aumento de inflação e, portanto, decidiram aumentar a taxa de juros dos extorsivos 19,25% para exorbitantes e inacreditáveis 19,50%.

Na melhor das hipóteses, o megagângster Henrique Meirelles e o médico Antonio Palocci estão redondamente enganados na condução da política econômica. Na pior, estão nos enganando. Ou alguém acredita que juros altos, elevados impostos, superávit primário gigantesco para pagar dívida ilegítima e o conseqüente aumento desta mesma dívida são medidas garantidoras de um “crescimento sustentado por dez, vinte anos”?

Esta política beneficia banqueiros e jogadores por um lado enquanto prejudica empresários e trabalhadores por outro. Como sustentar o crescimento de uma Nação – a única no mundo a praticar este tipo de política econômica exageradamente excêntrica que se apelidou se “ortodoxa” – em tais bases?

Os efeitos mais óbvios desta política econômica são: aumento no lucro dos bancos, queda acentuada no valor do dólar (portanto queda na arrecadação das exportações brasileiras), desaquecimento da economia, queda no nível do emprego, diminuição no poder aquisitivo da população e maior endividamento tanto de pessoas físicas como jurídicas. Controla a inflação, disso não há dúvida. Mas ao preço de ampliar a situação de dependência e endividamento dos brasileiros frente à agiotagem internacional.


Discursos vazios

Alternando um discurso vazio a promessas que jamais se cumprem a popularidade pessoal de Lula da Silva começa a despencar.

Como havia previsto neste espaço semana passada, as esposas dos militares fizeram manifestação no dia de comemoração dos 357 anos do Exército. O que não estava previsto e aconteceu foi a repressão de soldados do Exército Brasileiro às esposas dos militares do Exército Brasileiro (?!?) Salários aviltados e, segundo a líder do movimento, mais de 90% dos militares endividados com empréstimos difíceis de saldar. O desespero toma conta das famílias brasileiras. Aquelas cujos chefes juram logo ao engajamento dedicar-se “à defesa da Pátria, cuja honra, integridade e instituições defenderei com o sacrifício da própria vida” não constituem exceção, pelo contrário! Como separar a honra, a integridade e as instituições nacionais da honra, integridade e constituição da dignidade humana do militar?

Com a palavra, Lula da Silva se diz “sensível”, protesta o seu “carinho” pelos militares e informa ter “vontade política” para resolver o problema. Prometeu, pelo terceiro ano consecutivo, “trabalhar para valorizar as Forças Armadas”. Não fala em números, não os conhece. É preciso que os ministros do Banco Central, da Fazenda e do Planejamento dêem a sua autorização ao presidente para que ele novamente se comprometa e, quem sabe, mais uma vez, caia em perjúrio. Francamente? Ninguém se ilude mais...


Sensibilidade, Carinho e Lágrimas

A “sensibilidade”, o “carinho” e as lágrimas do Lula, que se circunscrevem aos discursos e não se vertebram na menor prática política ultrapassaram a barreira do ridículo.

Em visita à Ilha de Gorée, no Senegal, Lula, entre lágrimas, pediu perdão pelos negros enviados ao Brasil. Soubesse um pouco mais de história perceberia haver usado expressões equivocadas. Da África partiam navios portugueses, ingleses e franceses (Gorée, inclusive, foi uma das maiores fontes da riqueza de Jean-Marie Arouette, Voltaire, filósofo francês que enriqueceu como traficante de escravos...). Não há registro de navio com bandeira brasileira trazendo escravos de Gorée para cá...

Marcelo Madureira (do grupo Casseta e Planeta) em entrevista à Rádio CBN informa que o próximo passo será uma viagem ao Pólo Norte, onde Lula, sempre entre lágrimas, pedirá perdão pelo excesso de gelo usado nas muitas caipirinhas que toma.

Antes disso, incumbiu o ministro da Justiça de, no Dia do Índio, pedir perdão pela brutalidade com que os primeiros donos desta terra vêm sendo tratados pelos brancos. Nada de concreto. Só discursos mesmo. Em processo de investigação na Câmara dos Deputados os motivos que levam este governo a gastar mais dinheiro que o anterior com os índios sem que haja a mínima melhoria em suas condições de vida. Para onde está indo a verba?

Deploravelmente, neste ponto tenho de concordar com o prefeito do Rio de Janeiro, César Maia: “Lula é o rei do factóide!”


Que segurança?

Com todo o respeito: se o governo brasileiro não consegue garantir a segurança sequer a seus próprios cidadãos, com que autoridade ousa pleitear um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU?

 

Lázaro Curvêlo Chaves
21/05/2005




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